quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

FELIZ 2011!

Passei para desejar um feliz ano novo a todos.
Que Deus guie e ilumine a todos aqueles que verdadeiramente o seguem e obedecem.
Um abraço!

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Essa vai para uma pessoa muito especial...

Os meus sentimentos por você estão cada vez mais maduros. Espero que um dia eles possam ser muito bem desfrutados por nós dois.


Fallin' For You - Colbie Caillat (Legendado)

domingo, 29 de agosto de 2010

Atividades suspensas por 3 meses

O Blog do Pulinator entrará em recesso a partir de hoje. A manutenção do blog tem sido trabalhosa e conciliá-la com outras responsabilidades é quase impossível.

Por esse motivo, as postagens no blog serão suspensas por, no mínimo, 3 meses.

Agradeço a compreensão.

Um abraço.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Paulinator News

Poucos filmes me deixam emocionado. Esse aqui não um deles porque eu não fiquei emocionado, e sim, muito emocionado.

Lembro que o último que arrancou uma lágrima minha foi "Marley e Eu". A velhice daquele adorável cão e a sua morte inevitável me deixou sensibilizado. A morte de Marley não só nos mostra o quanto a amizade e o carinho de um cachorro fazem falta, mas também o quanto é importante construir e cultivar laços afetivos e sinceros com as pessoas.

Em “Uma Prova de Amor” a receita foi um pouco diferente, mas o sabor no final foi semelhante: um aprazível amargor. Junte uma jovem diagnosticada com leucemia, uma mãe que decide não deixá-la morrer e uma menina que nasceu para salvar a irmã doente. O resultado é drama, muito drama. Mas não se engane. A estrutura na qual a narrativa se enquadrou fez o filme causar sensações múltiplas: revolta, compaixão, dor, ansiedade. Os flashbacks surgiram nos momentos certos e a lição ensinada foi bem clara: “Não há vergonha nenhuma em morrer. E se for para morrer, que seja com dignidade.”

No final do filme, tudo o que mais desejamos é viver a nossa vida da melhor forma possível e dar valor ao que antes não considerávamos importante.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

É Honra. Uma Questão de Honra!


Sabe, qualquer pessoa já passou ou irá atravessar uma situação na qual dirá: “Pra mim, é uma questão de honra”. Muitos enfrentam isso quando se deparam com uma situação adversa que para elas muito significa superar e resolver por completo. É uma questão impossível de se deixar pendente. É imperativo resolver tal impasse. Mas o que nos leva a isso? O que é honra? Por que uma determinada honra para uma pessoa não é considerada da mesma forma pela outra? Não sei, meu caro amigo leitor, se tenho as respostas absolutamente certas para tais indagações, mas será uma honra para mim tentar explicar o penso a respeito disso.

Comecemos pelo significado da palavra Honra. Ora, o Minidicionário Aurélio da língua portuguesa, define-a desta maneira: 1. Consideração à virtude, ao talento, à coragem, à santidade, às boas ações ou às qualidades de alguém. 2. Sentimento de dignidade própria que leva o homem a procurar a merecer consideração geral; pundonor, brio. 3. Dignidade. 4. Grandeza, glória. 5. Graça, distinção. 6. Castidade, pureza.

Partindo do princípio levantado pelo significado de número dois, acho que a honra que todos buscam na resolução de um problema está no fato de se sentir digno consigo mesmo e mostrar às outras pessoas do que somos capazes. Se nossa capacidade gera dúvida às outras pessoas, é aí que obstinadamente nos colocamos em busca da famigerada honra, seja ela em prol do nome que se possui, do status vigente, do alcance de um patamar de respeito maior, ou pelo simples fato de querer provar a si mesmo que se é capaz de resolver o problema. Não há segredos nisso.

E vem a única questão ainda não respondida: Por que uma determinada honra para uma pessoa não é considerada da mesma forma pela outra?

Simples. É mais fácil responder a isso do que se sentir honrado por receber um elogio de alguém que é reconhecido por todos. Ninguém é igual a ninguém. Somos todos diferentes. Alguns assemelham-se a outros, mas sempre haverá discordância em algum ponto. As pessoas reagem de diversas formas quando desafiadas pela vida. Cada uma luta seguindo seus instintos e suas experiências passadas. Embasadas em suas próprias limitações, suas peculiares maneiras de enxergar o mundo e em suas devidas virtudes, é que elas definem ou não se aquilo ali à sua frente é uma questão de honra.

É assim. Sem mais palavras.